Pint of Science – Startups, spin off, open innovation: é de comer ou passar no cabelo?


Pint of Science – Startups, spin off, open innovation: é de comer ou passar no cabelo?

Confira, na íntegra, tudo que rolou no Pint of Science, painel “Startups, spin off, open innovation:é de comer ou passar no cabelo?”, com a participação do sócio fundador da aceleradora Techmall, Aluir Dias e o gerente de novos negócios do centro de inovações Csem Brasil Felipe Braga Ivo.
O programa foi gravado no dia 25/05/16, no Itatiaia Rádio Bar.
Ouça e tome uma dose extra de ciência!



Fonte: https://fapemig.wordpress.com/2016/06/25/pint-of-science-startups-spin-off-open-innovation-e-de-comer-ou-passar-no-cabelo/

O que os evolucionistas não revelam sobre os seus “métodos de datação”


Por Marcos Sabino

A datação radiométrica é o procedimento através do qual os geólogos tentam estimar a idade de uma rocha, baseando-se no processo de desintegração radioactiva de determinados elementos instáveis. As rochas possuem certos elementos instáveis, o que significa que o núcleo dos seus átomos se desintegra espontaneamente, permitindo a transformação dos referidos elementos (chamados isótopos-pai) noutros diferentes mais estáveis (isótopos-filho).

O evolucionista refere muito estes métodos como evidência da extrema antiguidade da Terra, como se a medição da quantidade de isótopos numa rocha revelasse directamente a idade da mesma. O Cristão que acredita na Bíblia deve ter em mente as pressuposições assumidas pelos geólogos quando utilizam estes métodos.

Na palestra em Espinho, um dos presentes referiu um destes métodos para afirmar que a ciência provou que a Terra tem mais que 10.000 anos. Eu perguntei se ele sabia as pressuposições dos geólogos ao utilizar estes métodos. Como a resposta foi negativa, utilizei um exemplo para mostrar o que é assumido na datação radiométrica.

Desenhei no quadro um esquema como o que se encontra à esquerda deste post, com variáveis diferentes. Vou falar como se tivesse utilizado as variáveis presentes nesta ilustração, para facilitar a compreensão.

Perguntei quanto tempo demorou para o copo ficar com aquela quantidade de água, com base nos valores conhecidos. A resposta foi rápida: 6 horas! Perguntei se os restantes concordavam. Todos concordaram.

Eu disse “muito bem” e em seguida perguntei se tinham notado aquilo que eles assumiram para avançarem com essa resposta. Uma voz disse: “Que a torneira esteve sempre a correr à mesma velocidade“. Eu disse “muito bem” e perguntei: “E quanto ao copo?“. Da audiência veio outra resposta: “Que o copo estava vazio quando a torneira começou a correr“.

Fiquei contente porque as pessoas deram conta daquilo que elas tiveram de assumir para chegar à resposta das “6 horas“. E ainda faltou referir outra coisa que foi assumida: que não houve “contaminação” externa, isto é, que a água do copo só veio da torneira.

Voltando à datação radiométrica

Pois é, com a datação radiométrica acontece precisamente a mesma coisa. Os geólogos assumem:

1) Que a taxa de decaimento dos isótopos radioactivos foi sempre constante;

2) Que não houve contaminação externa (isto é, que nenhuma quantidade de isótopos-pai ou isótopos-filho entrou ou saiu da amostra);

3) Que as condições iniciais da amostra são conhecidas (isto é, que não havia isótopos-filho na amostra).

CONCLUSÃO

É bom ter em mente o que está por trás dos métodos de datação radiométrica. Uma coisa é medir a quantidade de isótopos-pai e isótopos-filho presentes em determinada rocha. Isso é possível fazer com grande precisão. Outra coisa totalmente diferente é extrapolar essa observação para determinar a idade da rocha em questão. Isso depende de factores não observados e não conhecidos que simplesmente se têm de assumir. Não dá para voltar atrás no tempo até à altura em que a rocha se começou a formar e acompanhar o seu desenvolvimento.

~ ~ http://bit.ly/1UCoNHJ



Fonte: https://darwinismo.wordpress.com/2016/06/24/o-que-os-evolucionistas-nao-revelam-sobre-os-seus-metodos-de-datacao/

Divulgação científica: projetos aprovados pela Fapemig


Divulgação científica: projetos aprovados pela Fapemig

Democratizar e disseminar as informações sobre ciência e tecnologia produzidas em Minas Gerais. Este foi o objetivo da chamada da Fapemig. Os projetos deveriam focar na aproximação entre o conhecimento e o dia a dia das pessoas, além de promover a qualidade do ensino nas escolas.

Foram recebidas 167 propostas. 33 foram aprovados. Alguns projetos já estavam implementados, outros ainda estão em fase inicial.


Coordenador: Tarcísio Mauro Vago
Instituição: UFMG
Valor: 48.902,91

Criado em 2007, na UFMG, o Projeto Pensar a Educação Pensar o Brasil (1822-2022) mobiliza hoje 12 universidades brasileiras.

A proposta é aproveitar o período que antecede a celebração dos 200 anos de Independência do Brasil (1822-2022) para propor ações que estimulem a reflexão sobre a contribuição da Educação para a construção de um país justo e igualitário.

O foco é a educação básica, principalmente educadores, estudantes e pais, além da sociedade civil.

O projeto propõe nove ações relacionadas:

1. Programa de Rádio;
2. Seminário Anual;
3. Coleção de Livros;
4. Mídias;
5. Jornal Pensar a Educação Em Pauta;
6. Periódico Pensar a Educação em Revista;
7. Projeto Integrado de Pesquisa;
8. Produção de Material Didático para educadores;
9. Programa de estágio curricular.

Para saber mais:


Coordenador: Nilson Assunção Alvarenga
Instituição: Universidade Federal de Juiz de Fora
Valor: 27.058,50

O projeto propõe uma ação de popularização da ciência e tecnologia em quatro etapas:

a) realização de cinco vídeos de aproximadamente 10 minutos cada, no formato de narrativa documentária, segundo roteiro prévio, visando sobretudo a percepção da aplicabilidade prática de uma pesquisa científica ou tecnologia na vida de pessoas comuns, isto é, pensando, junto com o pesquisador, como sua pesquisa lida, soluciona ou complexifica problemas práticos ou questões cotidianas dessas pessoas;

b) Exibição desses cinco documentários curtos em cinco escolas de ensino fundamental e médio. Após a exibição, que será registrada em imagem e som, será promovido um debate, o qual também será registrado. Depois disso, serão aplicados questionários, visando verificar como se deu a recepção dos cinco documentários. Por fim, serão realizadas também entrevistas em imagem e som com os receptores.

c) Ao final, os cinco vídeos iniciais, mais o material gravado na exibição em escolas serão matéria prima para a edição de um sexto produto: um video educativo de cerca de 50 minutos, o qual mostra não apenas as articulações da pesquisa com a vida comum (resultado dos primeiros cinco vídeos), mas também o seu próprio potencial de popularização, por meio de sua recepção nas escolas.

d) Finalmente, dispondo do vídeo documentário educativo de aproximadamente 50 minutos, serão buscados dois meios de distribuição:

  1. disponibilização do video, com senha, na internet, ao qual terão acesso escolas e instituições de ensino que se mostrarem, após divulgação, interessadas em exibir o material para seus alunos e ou professores.
  2. disponibilização, gratuita (em conformidade com as normas de co-titularidade entre proponentes e Fapemig) para TVs, especialmente de caráter público e educativo.

Coordenador: Antonio Gilberto Bertechini
Instituição: Universidade Federal de Lavras
Valor: 59.472,00 (recomendação condicionada a adequações na proposta)

Esta proposta tem por objetivo aproximar as pesquisas em avicultura realizadas nas instituições de ensino superior, das instituições de ensino básico.

Assim, pretende promover uma difusão de informações mais concretas e corretas sobre a avicultura e seus produtos (carne e ovos), já que, muitas vezes, as informações sobre o tema circulam de forma limitada ou  truncada, reduzidas ao consumo dos produtos ou a uma ineficiência na produção no campo e nas criações de aves.


Coordenador: Verona Campos Segantini
Instituição: UFMG
Valor: 55.843,91

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Esta proposta tem por objetivo a elaboração do projeto expográfico e a montagem da exposição temporária Processos do Conhecer no Espaço do Conhecimento UFMG, instituição inaugurada em 2010, integrante do Circuito Cultural da Praça da Liberdade.

A exposição é derivada do processo de concepção de uma nova exposição de longa duração que tem como temática o conhecimento e os processos cognitivos. A concepção envolveu um grupo interdisciplinar de professores e alunos da UFMG e perpassa diversas áreas do conhecimento – como psicologia, filosofia, epistemologia, história, museologia, educação, sociologia, antropologia, neurologia, economia.

Buscando experimentar algumas soluções expositivas e a percepção do público em relação ao tema e aos módulos propostos, a equipe optou por realizar exposições temporárias, abordando alguns módulos que estarão presentes na proposta de longa duração.

A primeira exposição experimental O Assombro do Conhecer esteve em cartaz entre os meses de maio e agosto de 2015 e posteriormente foi montada no Campus Cultural UFMG na cidade de Tiradentes.

A próxima exposição temporária proposta contemplará outros módulos como as relações entre conhecimento e poder e um labirinto de controvérsias científicas que trará discussões sobre as causas da obesidade e o uso de agrotóxicos.

Pretende-se com a exposição experimental ampliar e dinamizar o público espontâneo e escolar do Espaço do Conhecimento e além disso, avaliar a percepção do público em relação à temática e às soluções expositivas e torná-los participantes no processo de concepção da exposição.

Pretende-se também, buscando uma linguagem inovadora de divulgação científica, contribuir com uma formação interdisciplinar de alunos de graduação e pós-graduação que participam do processo de concepção, pesquisa, mediação e avaliação da exposição.


Coordenador: Antonio Fernandes Nascimento Júnior
Instituição: Universidade Federal de Lavras
Valor: 42.372,07

museu-300x200O objetivo deste projeto é disseminar e democratizar a informação sobre a produção do conhecimento científico em Ciência e Tecnologia nos municípios da região do sul do estado de Minas Gerais.

Serão promovidas ações interativas entre a universidade, museu, escolas e a comunidade, articulando ações de educação e alfabetização e divulgação científica que possibilitem aumentar o interesse dos estudantes da educação básica e da população pela Ciência.

As ações incluem:

  • construção de painéis ilustrativos
  • elaboração de jogos pedagógicos
  • realização de demonstrações, experimentos
  • uso de um planetário itinerante
  • realização de pequenas mostras de cinema e outros recursos didáticos.

Segundo os proponentes, “espera-se assim, contribuir para a formação de cidadãos alfabetizados cientificamente, críticos, responsáveis e comprometidos com o bem estar social.”


Coordenador: Grace Schenatto Pereira
Instituição: UFMG
Valor: 71.326,50

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O Núcleo de Neurociências (NNC) é um grupo de pesquisa fundado em 2000 dedicado a responder perguntas científicas sobre o funcionamento do sistema nervoso. É formado por uma equipe multidisciplinar composta por engenheiros e biólogos, além de diferentes profissionais da área da saúde.

O projeto Cérebro em Foco busca aprimorar, automatizar e expandir as atividades de divulgação já realizadas pelo NNC, de forma a ampliar a participação do estado de Minas Gerais na Semana Nacional e Mundial do Cérebro.

Além disso, pretendemos contribuir para a Semana Nacional de Ciências e Tecnologia ao incluir atividades sobre o cérebro dentro da temática de 2016 – Ciências alimentando o Brasil.

Por fim, pretende fomentar atividades continuadas de divulgação cientifica em neurociências através de palestras, fóruns e discussões ao longo do ano.


Coordenador: Marcos Flávio Silveira Vasconcelos D´Angelo
Instituição: Universidade Estadual de Montes Claros
Valor: 70.980,00

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O projeto parte do princípio de que, tradicionalmente, competições na área de robótica têm tido grande aceitação junto ao público jovem. Além disso, existe uma forte tendência da robótica se tornar uma das dez maiores áreas de pesquisa nos próximos anos.

Apesar de ser uma área em franca expansão no mundo, o Brasil tem se situado de forma marginal nesse contexto, arriscando-se a perder um imenso potencial para a geração de empregos, técnicas, tecnologias e produtos devido, principalmente, à falta de incentivo para a formação de recursos humanos na área.

Além de praticamente não produzir robôs em território nacional, o Brasil também não possui uma cultura que estimule uma maior utilização de tecnologias robóticas nos parques tecnológicos, na educação básica ou mesmo nas residências.

Divulgar a robótica, suas aplicações, possibilidades, produtos e tendências é uma forma de, também, estimular a formação de uma cultura associada ao tema tecnológico, proporcionando a formação de um cidadão que se relacione melhor com a tecnologia e também a formação de um mercado consumidor consciente e, portanto, exigente para produtos tecnológicos, no país, nos próximos anos.

Sob o ponto de vista do ferramental tecnológico para educação, a robótica é uma tecnolo- gia emergente que tem se tornado elemento praticamente obrigatório nas universidades devido à sua possibilidade de atuação em diversas áreas do conhecimento.

Mais do que isso, essa temática tem propiciado o surgimento de um novo leque de atividades práticas construtivas: kits robóticos têm sido frequentemente utilizados em escolas de primeiro grau à universidades, com excelentes resultados em todos os níveis em termos de mudança de paradigma educacional.


Coordenador: Stênio Nunes Alves
Instituição: Universidade Federal de São João Del-Rei
Valor: 58.233,00

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O projeto visa popularizar a ciência promovendo a educação através de mostras científicas e distribuição de materiais educativos na tentativa se evitar a proliferação do Aedes aegypti e de doenças transmitidas por ele.

A expectativa é de melhorar o conhecimento sobre as doenças e o mosquito vetor fazendo com que os cidadãos sejam multiplicadores de conhecimento.

Parte do princípio de que a tecnologia pode ajudar na criação de cartilhas de forma mais didática e de visual mais adequado à realidade de cada pessoa.

Nesse sentido a associação de tecnologias voltadas para a prevenção e controle de doenças como aquelas causadas pelos vírus Dengue, Chikungunya e Zika que são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, e a informação à população podem ser importantes armas para a disseminação de conhecimento.


Coordenador: Bráulio Silva Chaves
Instituição: Cefet-MG
Valor: 86.112,62

O projeto propõe a realização de ações de popularização da ciência nos aglomerados Cabana do Pai Tomás e da Serra, em Belo Horizonte, ao conectar, integrar e compartilhar conhecimentos no âmbito da ciência, tecnologia e inovação.

As iniciativas baseiam-se em dois eixos:

  • Educação e Tecnologia;
  • Saúde, Meio Ambiente e Tecnologia.

As atividades incluem sessões de cinema comentado, práticas de educação em saúde, práticas de educação ambiental, entre outras.

Também serão concebidos e produzidos objetos de brincar, componentes lúdicos, elementos de arte, ensino e aprendizagem, artefatos que auxiliam na percepção dos vínculos entre a história e a cultura na produção científica e tecnológica.

Conectar ciência, tecnologia e inovação nestes espaços distintos é entendido como possibilidade de democratização da produção intelectual, do acesso aos conhecimentos instituídos e da visibilidade dos saberes que emergem fora dos espaços educativos formais.


Coordenador: Brígida de Souza
Instituição: Universidade Federal de Lavras
Valor: 74.340,00

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A proposta de um Museu Vivo da Entomologia, a Cidade dos Insetos, envolve um projeto de extensão institucional, único, permanente, interativo, em que as diferentes áreas da entomologia serão abordadas em salas específicas, com formato hexagonal lembrando a forma construtiva dos favos das colmeias.

Como exemplo de áreas a serem abordadas, destacam-se:

  • abelhas nativas e exóticas, seus produtos e equipamentos;
  • insetos e outros artrópodes que habitam o solo, como formigas e cupins;
  • ambientes de cavernas;
  • meio aquático;
  • insetos comestíveis;
  • sericicultura;
  • insetos de importância médico-veterinária;
  • importância para a agricultura;
  • importância no ambiente urbano e ácaros de importância agrícola e médico-veterinária.

Serão realizadas visitas técnicas por grupos de estudantes do ensino básico, fundamental e médio, pessoas com necessidades especiais, agricultores familiares, profissionais de diferentes áreas etc.

Também serão realizados workshops e cursos de capacitação, visando à formação e aperfeiçoamento dos profissionais do ensino básico, fundamental e médio que atuam em disciplinas voltadas a Ciência da Vida e da Terra.

Além disso, os estudantes dos Programas de Pós-Graduação e Núcleos de Estudos irão ministrar palestras e seminários de forma a demonstrar a importância dos insetos para o homem e o ambiente e, principalmente, para harmonizar as ações da Universidade com a Sociedade.

O projeto será coordenado pelo Departamento de Entomologia em parceria com outras unidades acadêmicas (Departamentos de Biologia, Medicina Veterinária, Zootecnia, Ciências da Saúde, Ciência do Solo, Administração e Economia, Engenharia, Educação, Ciência dos Alimentos e Nutrição) da UFLA, e  instituições de pesquisa parceiras (Epamig e Embrapa Café).

 


Coordenador: Daniel Fernando Bovolenta Ovigli
Instituição: Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Valor: 9.783,06

O projeto é voltado  a professores  da educação básica, bem como estudantes de cursos de licenciatura, em Uberaba e Iturama.

Trata-se de um curso dividido em 10 encontros, com duração de 5 horas cada. Em todos os encontros, o objetivo é contribuir com a formação de professores a respeito de temas de ciência e tecnologia, por meio da produção de materiais de divulgação da ciência. Sendo assim, cada atividade tem um foco em um formato diferente de divulgação: vídeo, imagens, textos, museus, histórias em quadrinhos, músicas, etc.

Os objetivos são:

  1. Formar divulgadores a respeito de temas de C&T, por meio da produção de diferentes materiais;
  2. Ampliar o acesso à Ciência por meio da difusão desses materiais em escolas e instituições de Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro, que apresenta poucas iniciativas dessa natureza;
  3. Popularizar aspectos e conceitos científicos a uma maior parcela da população do Triângulo Mineiro, trabalhando também sua contextualização, ou seja, a importância que estes conceitos podem ter no cotidiano social, histórico e cultural do sujeito ;
  4. Indiretamente, aumentar os níveis de percepção pública da Ciência e da Tecnologia, propiciando o entendimento de sua natureza, seus limites e possibilidades;
  5. Estimular o interesse por assuntos da área de Ciências da Natureza, podendo assim estimular o aumento da procura dos estudantes do Ensino Básico por carreiras das áreas científicas e de Licenciatura em Ciências da Natureza e Matemática.

Coordenador: Sandro Renato Dias
Instituição: Cefet-MG
Valor: 96.485,76

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O objetivo deste projeto é levar o conhecimento da Computação e sua aplicação aos alunos (e seus familiares) de Escolas de Ensino Fundamental e Médio, visando a popularização da Engenharia de Computação e das pesquisas relacionadas desenvolvidas no Centro Federal de Educação tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG).

Serão realizadas palestras e minicursos, de forma itinerante, em escolas públicas de Belo Horizonte, englobando as áreas de programação (básica, web e móvel), robótica, automação, jogos digitais, segurança, dentre outras.

Em paralelo, será feito um levantamento do conhecimento de lógica dos alunos destas escolas. Os alunos participantes serão orientados e estimulados a se preparar para a Olimpíada Brasileira de Informática fazendo parte do grupo de preparação existente no CEFET-MG.

O resultado do projeto com o levantamento do perfil dos alunos e das atividades desenvolvidas será apresentado em evento da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia que ocorre anualmente no CEFET-MG.


Coordenador: Fabiane Santana Previtali
Instituição: Universidade Federal de Uberlândia
Valor: 11.340,00

O projeto é de natureza interdisciplinar e consiste em um esforço e um desafio para a divulgação científica e tecnológica no campo das ciências humanas, em particular a sociologia, visando à formação de sujeitos críticos e conscientes de si mesmos e do meio em que vivem na perspectiva da cidadania.

Cabe ao pesquisador e às instituições públicas exercer esse papel de agente difusor do conhecimento, buscando construir e fortalecer espaços para a divulgação das pesquisas e dos seus resultados junto à sociedade, especialmente junto aos setores mais desfavorecidos da população, visando à inclusão social.

O projeto nasceu da parceria com os movimentos sociais, sindicatos e associações não governamentais de Uberlândia/MG: STRU (Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Uberlândia), MLT (Movimento de Luta pela Terra), MST (Movimento Sem-Terra), Movimento Popular pela Reforma Agrária (MPRA). É estabelecida também uma parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Uberlândia, através do Centro Municipal de Estudos e Projetos Educacionais Julieta Diniz (CEMEPE), com o objetivo de envolver os professores da rede municipal de ensino, responsável pela educação básica, na formação continuada de saberes e práticas educativas e na área da divulgação científica.


Coordenador: Francisco Ângelo Coutinho
Instituição: UFMG
Valor: 46.040,19 

A proposta tem por objetivo investigar as inter-relações e os conflitos entre os sistemas tradicionais de conhecimentos e o conhecimento científico no atual contexto da educação de povos indígenas e de povos que vivem e trabalham no campo, no estado de Minas Gerais.

Utiliza-se  da teoria ator-rede como aporte teórico-metodológico. O ponto de partida teórico  se pauta em um dos enunciados formulados por Bruno Latour, e central à teoria ator-rede, no qual o ser humano é definido como um híbrido formado na sua interação com os diversos actantes humanos e não-humanos que o circundam.

Os atores da pesquisa são pessoas  pessoas ligadas à  educação na qual interagem não só os povos originários e os trabalhadores do campo, como participam também todos os outros seres que a eles se conectam formando híbridos.

Pretende compreender a diversidade de modos possíveis de sistematização das práticas, que resultam dos diferentes sistemas de conhecimento que nascem das interações com estes seres híbridos. Um dos aspectos teórico-metodológicos que se pretende mostrar nesta investigação é o de que o fato de existirem concomitantemente diferentes formas de pensamento, ou seja, de formas distintas de relacionar e explicar o mundo, não constitui em si um problema.

Os pesquisadores se propõem a descrever as diferentes formas de pensamento e modos de existência que ocorrem na dinâmica da educação indígena e da educação do campo, esperamos contribuir para um diálogo entre conhecimentos tradicionais e conhecimento científico em processos de ensino/aprendizagem de ciências e de divulgação de conhecimentos científicos.


Coordenador: Henrique Paprocki
Instituição: PUC Minas
Valor: 94.644,86

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O Museu de Ciências Naturais PUC Minas, completando o seu parque expositivo, onde se destacam as exposições relacionadas com o cerrado e a paleontologia, busca, por meio deste projeto, implantar uma grande mostra da evolução humana.

A ideia remonta ao início do Museu, quando começou a produção, coleta e armazenamento de réplicas de peças significativas que testemunham os fenômenos evolutivos ocorridos durante, aproximadamente 40 milhões de anos.

A exposição, que será denominada “O fenômeno humano: O caminhar da humanidade”, transitará do Eoceno, com as descobertas de Al Fayum (Egito), até o “Homo sapiens”, retratado pelo “Homem de Lagoa Santa”.

Há cerca de um ano, a equipe técnica do museu trabalha no planejamento, pesquisa, restauração e ampliação do acervo, objetivando colocar à disposição da sociedade marcante exposição relativa às principais descobertas ocorridas no mundo sobre a evolução humana e, de modo especial, aos primeiros moradores do Estado.


Coordenador: Rita Aparecida Da Conceição Ribeiro
Instituição: Uemg
Valor: 72.632,07

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A proposta busca aliar o conhecimento específico acerca da Astronomia aos processos de construção simbólica do Design adaptando-os às linguagens e comunicações que permitam apresentar um universo do conhecimento da ciência para crianças entre quatro e seis anos.

O projeto é uma continuidade  da parceria entre o grupo de pesquisa Design e Representações Sociais do Programa de Pós-Graduação em Design da Universidade do Estado de Minas Gerais – PPGD/UEMG e o Grupo de Astronomia UFMG/Icex/Física (que administra o Observatório Astronômico Frei Rosário) da Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG, firmada em 2013.

Nesta etapa, os grupos buscam criar uma identidade e produzir materiais de divulgação científica para o Observatório Astronômico Frei Rosário (OAFRO), direcionados para crianças a partir dos 8 anos de idade.

Serão criados novos produtos que possibilitem uma ampliação das informações e despertem a curiosidade de um público mais jovem, utilizando a tridimensionalidade, agora realizando drops (pequenas animações em curtametragem) para internet e novos materiais interativos para as crianças na faixa de 4 a 6 anos.

A proposta dos curtas é apresentar às crianças na faixa etária escolhida, os primeiros fundamentos da astronomia, tendo como foco principal, a luz e seus desdobramentos na vida de nosso planeta e das galáxias.

Os materiais interativos serão feitos a partir de aplicativos que podem ser baixados em tablets e smartphones.

Pretende-se também produzir uma versão do Almanaque para crianças ainda em fase de alfabetização, num formato mais adequado à sua idade, novamente com duas edições, uma especificamente sobre a Luz.

Por último, serão criados brinquedos pedagógicos que serão distribuídos junto aos Almanaques nas escolas. Todos os produtos pretendidos serão disponibilizados também no site do OAFRO.


Coordenador: Gleydes Gambogi Parreira
Instituição: UFMG
Valor: 50.809,50

O projeto “Vagalume Mirim” tem por objetivo realizar atividades de divulgação e educação sobre a temática da luz, especialmente desenvolvidos para o público infantil de 7 a 10 anos em comemoração ao Ano Internacional da Luz, celebrado em 2015.

Através deste projeto, pretende-se conscientizar as crianças que visitam o Museu de Ciências Morfológicas – MCM sobre a apropriação e aplicação do conceito “relógio biológico”, sugerir os cuidados e discutir sobre a importância de se investir na educação para a saúde, e de forma preventiva.

O Museu sempre dispensou atenção especial ao público infantil, que tem apresentado quadros crescentes e preocupantes de déficit de atenção, concentração e de memorização, muitas vezes associados ao excesso no uso das tecnologias. Os organizadores acreditam que estas  reações podem estar relacionadas com o “desrespeito” ao relógio biológico.


Coordenador: Adriano Medeiros da Rocha
Instituição: Universidade Federal de Ouro Preto
Valor: 82.018,44

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Por meio da Coordenadoria de Comunicação Institucional da Universidade federal de Ouro Preto e do projeto Ciência e audiovisual, a TV UFOP propõe uma série de programas denominada Mutatis Mutandis: à procura do saber, uma proposta transmídia.

A série contará com 10 números de episódios audiovisuais envolvendo temáticas científicas variadas e que serão desenvolvidas a partir de investigações realizadas pela Universidade Federal de Ouro Preto em campos voltados para pesquisa e inovação científica e tecnológica.

Cada programa Mutatis Mutandis: à procura do saber terá 21 minutos de duração e um formato jovem, dinâmico e informativo. Ele contará com um ator-apresentador que atuará como condutor do discurso construído durante o programa.

Este ator-apresentador fará tanto o trabalho de entrevistas com profissionais e professores da universidade, como também as abordagens de pessoas nas ruas de modo divertido e chamativo através de ações cênicas (Ex.: jogos, intervenções, performances e cenas teatrais). Isto para mais fácil acesso e divulgação do projeto à população da cidade.

A Universidade Federal de Ouro Preto está plenamente alinhada com essa proposta, que coloca o saber no espaço de interação entre as pessoas, a ciência na dimensão continental do Brasil e o crescimento na ação cidadã de cada um. Hoje, a TV UFOP exibe seu conteúdo educativo em canal aberto preenchendo um espaço na grade de programação de 70 minutos diariamente e retransmite em sua maior parte o conteúdo do canal Futura em sua grade de programação e outros programas de TV´s parceiras do veículo.


Coordenador: João Paulo Viana Leite
Instituição: Universidade Federal de Viçosa
Valor: 85.291,50

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A proposta do  projeto é ampliar o programa de difusão científica BioPESB, da UFV, no território rural Serra do Brigadeiro, proporcionando a difusão a popularização dos conhecimentos científicos gerados na universidade e em outros centros de pesquisa.

Busca-se assim, acessar conhecimentos relativos as questões ambientais, tendo como eixo central a Mata Atlântica. O projeto atuará nas seguintes frentes:

  1. produzindo material educativo de ciência e tecnologia relacionado a Mata Atlântica, usando diferentes recursos de comunicação;
  2. capacitando pessoal para atuar em escolas dos ensinos fundamental e médio
  3. promovento atividades que valorizem e estimulem a criatividade, a experimentação e a interdisciplinaridade no campo da divulgação científica.

O Programa BioPESB da UFV, em parceria permanente com a Unidade de Conservação Parque Estadual da Serra do Brigadeiro (PESB), localizada na zona da mata mineira, tem possibilitado a realização de pesquisa sobre a biodiversidade da Mata Atlântica, bem como, a divulgação e popularização da ciência no território rural Serra do Brigadeiro.

Um exemplo dessa iniciativa, é a publicação do informativo Boletim BioPESB, distribuído gratuitamente na região, desde o ano de 2010, para a população local e aos turistas no PESB.


Coordenador: Luciana Cardoso Nogueira Londe
Instituição: Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais
Valor: 59.318,70

A região do Norte de Minas Gerais, caracteriza-se pela seca e pela miséria, com IDH geral (índice de desenvolvimento humano – que trabalha fundamentalmente três variáveis: longevidade, educação e renda) dos municípios de 0,540, inferior aos encontrados no nordeste brasileiro (0,548), na China (0,642), na Mongólia (0,607), na Indonésia (0,586) e na Nigéria (0,583), dentre outros.

É constituída por 30 comunidades que abrangem sete municípios do norte de Minas: Catuti, Gameleira, Jaíba, Janaúba, Monte Azul, Pai Pedro e Porteirinha. Os municípios de Jaíba, Janaúba, Nova Porteirinha e Porteirinha se localizam nessa região Norte do estado de Minas Gerais.

Nessas localidades, o IDH está no índice médio em si comparando com os demais municípios que compreendem essa região. Um dos possíveis motivos é a vinda de universidades e instituições de ensino que estão oferecendo à população condições melhores de estudo e, consequentemente, de possibilidade de ganho de vida.

Mas mesmo com a vinda dessas instituições, a população de professores das redes municipais, estaduais e particulares de ensino ainda se privam da busca por novos conhecimentos devido à distância com o centro mais próximo que é Montes Claros ficando a, aproximadamente, 130 a 200 km de distância desses municípios.

A Epamig como empresa de pesquisa atua, também, como difusora de conhecimento e tecnologia. Seus pesquisadores buscam dinamizar e facilitar a transmissão de conhecimento para a população em geral, e, mais específico aos professores da região.

O projeto tem o intuito de levar aos docentes práticas de ensino que sejam mais atrativas ao aluno, nas diversas matrizes curriculares do ensino fundamental e médio, fazendo com que o discente veja o conteúdo com algo científico: que gera dados universais que podem ser aplicados na forma de trabalhos verificáveis.



Coordenador: Pedro Donizete Colombo Junior
Instituição: Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Valor: 111.281,10

A proposta abarca ações interdisciplinares sobre Astronomia, Astrofísica, Matemática, História, Geografia, Geologia, Paleontologia e afins.

O objetivo é promover a realização de mostras, exposições temáticas, publicações de textos e artigos científicos/divulgação e ações de divulgação científicas (fixas e itinerantes) na cidade de Uberaba e cidades de arredores, com a finalidade de promover a popularização da ciência, da tecnologia e da inovação a partir da execução de quatro grandes ações.

O projeto prevê a aquisição de um Planetário itinerante e equipamentos complementares.


Coordenador: Bernardo Jefferson De Oliveira
Instituição: UFMG
Valor: 103.597,24

NOSSA-CAUSA

A exposição Sentidos do Nascer é uma iniciativa de divulgação cientifica inovadora para ampliar o debate sobre o parto e nascimento no Brasil.

A exposição promove um olhar crítico ao cenário da hipermedicalização do parto e nascimento, da perda do protagonismo da mulher e da exploração do parto como um negócio.

É uma exposição imersiva e interativa que articula varias linguagens e suportes de forma a sensibilizar o grande público, instigando de forma lúdica e provocando o desejo de conhecer mais.

A exposição explora controvérsias entre evidências científicas, práticas corriqueiras, interesses e perspectivas variados sobre a questão do parto e nascimento.

Itinerante e inclusiva, vai ao encontro das pessoas em espaços públicos e locais estratégicos, ampliando o acesso de visitantes que habitualmente não frequentam museus ou exposições e explora desdobramentos do debate e da mobilização através das redes sociais.


Coordenador: Juliana Lúcia Costa Santos
Instituição: Fundação Ezequiel Dias
Valor: 57.027,62

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A Fundação Ezequiel Dias atua como geradora de conhecimento científico e tecnológico e disponibilizando produtos e serviços imprescindíveis à sociedade.

Na perspectiva de popularização da ciência e tecnologia e para divulgar o conhecimento sobre os temas relacionados à sua área de atuação, a instituição implantou, em 2012, o Programa Ciência em Movimento, para levar conhecimento científico às comunidades.

Trata-se de uma exposição itinerante, levada por um caminhão que percorre os municípios de Minas Gerais, onde os visitantes têm acesso a materiais e atividades educativas de conteúdo científico e tecnológico, com uma abordagem lúdica e interativa.

A proposta atual objetiva ampliar as atividades do Programa.

Para tanto, pretende-se:

  • elaborar aulas, jogos, mapas, ilustrações e infografias interativos em ambientes virtuais, com temas relacionados à ciência e tecnologia e à saúde e sua promoção;
  • confeccionar materiais de caráter lúdico-interativo, que proporcionem experimentações em física e biologia; criar e desenvolver aplicativo para informação científica histórica e cultural da FUNED em ambiente virtual;
  • realizar oficinas de reaproveitamento de materiais recicláveis e reutilizáveis para produção de peças e objetos, como uma das atividades educativas do Programa;
  • sensibilizar a população para as atividades educativas, promovendo o intercâmbio entre ciência e arte, como forma de valorizar a cultura local.

Considerando a necessidade do estreitamento de laços entre comunidade científica e outros setores da sociedade, no sentido de promover a popularização da ciência e tecnologia, esta proposta tem grande relevância uma vez que cria, através da utilização de exposições itinerantes, um espaço democrático, de grande alcance, onde o público, independente de sua condição econômica ou social tem oportunidade de apreender o conhecimento científico, dando-lhe condições de entendimento do meio em que vive e contribuindo para o exercício de sua cidadania


Coordenador: Valeria de Fátima Raimundo
Instituição: UFMG
Valor: 52.337,10

Esta proposta busca conhecer as expectativas dos públicos e relação às iniciativas de comunicação e divulgação científica aqui publicadas.

Acreditamos que é mediante o conhecimento das expectativas e representações dos públicos que será possível apreendermos condições objetivas para incentivar a participação dos cidadãos no debate sobre ciência e tecnologia e, desse modo, contribuir para a sua democratização.

Para fins desta pesquisa serão consideradas como unidades de análise os públicos das ações de comunicação e divulgação científica dos projetos aprovados e inscritos na Linha Temática 1, do Edital FAPEMIG 07/2015 – Programa Comunicação Pública da Ciência e da Tecnologia/ Apoio à Organização e Execução de Ações de Popularização da Ciência, da Tecnologia e da Inovação.


Coordenador: Renato Neves Feio
Instituição: Universidade Federal de Viçosa
Valor: 89.104,47

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A Mata Atlântica foi indicada por especialistas como um dos 34 hotspots mundiais, ou seja, uma das prioridades para a conservação de biodiversidade em todo o mundo.

Soma-se a isso, o desconhecimento da população em geral sobre os grandes problemas ambientais e suas consequências sobre a biodiversidade, que certamente dificultam iniciativas de preservação e conservação do meio ambiente e agrava a qualidade de vida neste bioma.

Este projeto tem, como finalidade principal, a reedição de materiais educativos sobre aspectos da fauna da Mata Atlântica mineira já produzidos pelo Museu de Zoologia do Departamento de Biologia Animal da Universidade Federal de Viçosa (MZUFV), elaboração de novas edições contemplando as pesquisas que vêm sendo realizadas nesta região ao longo dos anos pelas equipes do MZUFV e a distribuição desses materiais gráficos de forma a melhorar a divulgação científica pelo programa de extensão do referido Museu.


Coordenador: Andréa Luisa Moukhaiber Zhouri
Instituição: UFMG
Valor: 47.966,07

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Esta proposta será desenvolvida na região do médio espinhaço, mais especificamente na bacia do Rio Santo Antônio, sub-bacia do Rio Doce, que compreende localidades atingidas e afetadas por múltiplos empreendimentos.

Entre eles, destacam-se os complexos minerários Minas-Rio e Manabi, vinte Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), duas Usinas Hidrelétricas (UHEs), além de extensas monoculturas de eucalipto.

Por se tratarem de empreendimentos transfronteiriços, os projetos minerários vêm sendo licenciados por agências públicas distintas, sendo as lavras a céu aberto avaliadas pelo Sistema Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais, enquanto ao IBAMA compete licenciar o sistema de dutos para escoamento da polpa de minério que será impulsionada por grande volume de água captada dos afluentes do Rio Santo Antônio até os terminais portuários no Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Tais projetos atravessam territórios de comunidades tradicionais, sendo objetivo da  proposta a realização de oficinas junto aos grupos afetados com vistas à promoção de um diálogo de saberes.

Almeja-se conhecimento e divulgação dos impactos decorrentes dos projetos sobre a vida das comunidades, o processo de licenciamento, além do fomento ao engajamento para defesa qualificada dos direitos, promovendo a formação de agentes que possam ser multiplicadores do conhecimento adquirido nas oficinas em suas comunidades.


Coordenador: Maria Regina de Miranda Souza
Instituição: Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais
Valor: 42.399,61

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A proposta do Projeto Feira com Ciência tem como objetivo criar um espaço informal de divulgação sobre um tema recente na comunidade acadêmica e objeto de políticas públicas, como o Programa de Resgate de Hortaliças não convencionais – HNCs .

Abrangerá dez municípios de Minas Gerais com efeito multiplicador entre estudantes e mídia. A Feira com Ciência constará de exposição de plantas, hortaliças e produtos em barracas apropriadas, de disponibilização de informações e de diálogo com estudantes, em especial de escolas de ensino básico, escolas famílias agrícolas e de institutos de pesquisa.

  • Serão feitas reuniões com a comunidade escolar para elaboração de calendário dos eventos; seleção e aquisição de material informativo; plantio e manutenção de canteiros de HNC;
  • distribuição de mudas;
  • elaboração de produtos e embalagens apropriadas;

A Feira com Ciência ocorrerá em feiras populares; nas escolas; em bancas de produtos em super e hipermercados de Belo Horizonte;

Exposição de Produtos serão realizadas em eventos gastronômicos em cidades históricas e centros urbanos; e durante a Semana da Ciência e Tecnologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais ( EPAMIG) em Viçosa e Pitangui.

Será feita exposição durante a Semana do Fazendeiro da UFV – Viçosa, em dois anos consecutivos,e acordo com a vigência do Projeto.

Palestras e visitas técnicas serão realizadas de acordo na Semana Nacional da Ciência e Tecnologia bem como quando demandadas pelo público das feiras populares.

Os resultados serão avaliados por meio de questionários e serão elaborados resumos, trabalhos para eventos científicos e relatórios. Espera-se ampliações do consumo, da produção e comercialização de hortaliças e sua inserção em hortas e merenda escolares.


Coordenador: Joziana Muniz de Paiva Barçante
Instituição: Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais
Valor: 56.250,08

Partindo do princípio de que o desenvolvimento científico e tecnológico deve atingir o cidadão comum, que muitas vezes está longe do ambiente formador da pesquisa, mas que deve possuir um pensamento crítico e reflexivo para se posicionar diante dos problemas que o cercam, o projeto tem por objetivo disseminar e democratizar a informação produzida pela UFLA.

O Minuto da Saúde envolverá a comunicação da UFLA com a sociedade através da Radio Universitário, TV Universitária, internet e ações de educação em saúde, respectivamente nos programas Minuto da Saúde na Rádio, Minuto da Saúde na TV, Minuto da Saúde na Web e Minuto da Saúde na Praça.

Para isto serão produzidos áudios, vídeos e material de divulgação tendo como temas: doenças transmissíveis e não transmissíveis, zoonoses, câncer, alcoolismo, drogas ilícitas, Sistema Único de Saúde, dentre outros.


Coordenador: Elmo Salomão Alves
Instituição: UFMG
Valor: 90.273,75

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Por meio de exposições científicas interativas e apresentações na forma de palestras e shows com demonstrações reais de experimentos e fenômenos científicos , o projeto busca conciliar a precisão científica com a natural dificuldade de entendimento pelo público leigo.

A interatividade é fundamental para que conhecimentos sejam solidificados como complemento àquele que é adquirido em salas de aula e também para incutir o aspecto primordial da ciência que é o método científico.

A proposta vai investir no engajamento das crianças e adolescentes com as ciências por meio do desenvolvimento de kits de experimentos para professores de Educação Básica utilizarem durante as aulas.

Os professores receberão um treinamento didático sobre o conteúdo a ser abordado e sobre o uso do material dos kits. Tanto as palestras quanto as exposições interativas e os kits serão incluídos nas atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.


Coordenador: Vanda Maria de Oliveira Cornelio
Instituição: Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais
Valor: 65.593,50


Coordenador: Juliano Elvis De Oliveira
Instituição: Universidade Federal de Lavras
Valor: 35.910,00

O projeto tem por objetivo reduzir a evasão no curso de Engenharia de Materiais da Universidade Federal de Lavras UFLA, bem como despertar o interesse de alunos do ensino médio pela profissão de engenheiro.

O projeto se caracteriza pela inserção de alunos do primeiro ano do curso de Engenharia de Materiais da UFLA em atividades de divulgação de carreiras de base tecnológica, em especial a Engenharia de Materiais.

Essas atividades de divulgação compreendem a realização de palestras em escolas da rede pública e privada de ensino médio e oficinas para professores do ensino médio. As palestras deverão aliar e correlacionar os conhecimentos adquiridos em sala de aula com a prática profissional do engenheiro.

As oficinas visam dar apoio às aulas dos professores de ensino médio de disciplinas de física, química, biologia e matemática através da inserção de conhecimentos da área de ciência e engenharia de materiais em suas aulas.

O projeto ainda prevê ações junto a eventos como o UFLA de Portas Abertas através de iniciativas com o intuito de difundir informações sobre o curso e a profissão do engenheiro de materiais e a integração de alunos de ensino médio com os alunos do curso de Engenharia da UFLA.


Coordenador: José Roberto Pereira
Instituição: Universidade Federal de Lavras
Valor: 47.880,00

Este projeto tem por objetivo compreender como as universidades federais mineiras divulgam e popularizam o conhecimento científico e tecnológico por meio do jornalismo científico praticado por suas áreas de comunicação organizacional e como os discursos produzidos por elas influenciam a formação da esfera publica acadêmica e política.

Serão analisados textos produzidos ao longo dos últimos 20 anos pelas assessorias de comunicação das três universidades mais antigas do Estado, textos de jornais locais e de circulação estadual que tratam de divulgação do conhecimento científico e tecnológico, bem como resultados expressos por meio de decisões políticas, leis e regulamentos.




Coordenador: Fernando Gonçalves Gardim
Instituição: Universidade Federal de Alfenas
Valor: 35.406,00

Este projeto pretende criar um ambiente e a infra-estrutura necessários, para que seja possível a divulgação científica por meio da criação de vídeos curtos e podcasts, a serem amplamente disponibilizados de forma gratuita.

Inicialmente, o tema abordado será a Física das Partículas Elementares.



Fonte: https://fapemig.wordpress.com/2016/06/24/divulgacao-cientifica-projetos-aprovados-pela-fapemig/

É a Democracia, Estúpido!


Bem sei que hoje acordamos ao som do Apocalipse da queda das bolsas. Só para avisar os mais distraídos – a queda das bolsas não significa a nossa crise, embora assim seja transmitida nos media, como a «crise de todos», pelo contrário, significa desvalorização dos activos ou activos futuros arriscados (investimento que se espera no futuro ter valorização), ou seja, a queda das bolsas significa desvalorização da propriedade. É o apocalipse só para quem vive não de trabalhar e produzir bens e serviços necessários mas da extracção da força de trabalho alheia e de produzir lucro – os chamados «mercados». A queda de 10 a 17% das bolsas significa desvalorização de capitais – bolsa para a maioria dos Europeus é uma coisa onde guardam o salário. Desconhecem a maioria dos europeus o significado de ter investido 400 mil em acções de uma fábrica onde se constrói automóveis, porque automóveis dão mais lucro que comboios, e onde a remuneração dessas acções é tanto maior quanto menos ganharem os operários e suas famílias, menos pagarem para a Segurança Social. E quando se compraram tantos robots e máquinas para produzir ainda mais automóveis e de repente ficaram com a fábrica cheia de automóveis que ninguém compra chamam os Estado para emitir dívida pública e pagar esses 400 mil, e despedem as pessoas dizendo «não há dinheiro» – nem para automóveis, nem para comboios, é a «crise». O famoso «investimento que cria emprego». Financiar comboios e transportes públicos não criava emprego? Criava mas não mantinha as bolsas em «terreno positivo». Só com mistificação e ignorância se confunde produção de lucro e riqueza, ou seja, bens e serviços. Na verdade hoje a produção de lucro implica destruição de riqueza – é assim que um hospital dá mais lucro se despedir médicos e menos riqueza porque não cura pessoas – e as bolsas, pagas através da remuneração da dívida pública com o despedimento do médico ficam em «terreno positivo». E um investidor inglês fica agora preocupado por causa da desvalorização cambial dos seus investimentos na dívida pública, nos carros ou em comprar títulos de um hospital privado, para onde foi o médico despedido do público trabalhar.

O maniqueísmo é que resolve tudo com um «ou estás connosco ou contra nós». O Brexit foi liderado pela direita. Foi. Mas o Remain também. A esquerda aliás não lidera nada há muito nada, desde logo porque a esquerda que temos com voz massiva – a social democracia, a la PS ou a la Syriza, está aprisionada às propostas da direita. A União Europeia tem sido a Desunião Europeia. Se há racistas que votaram no Brexit há zonas inteiras tradicionais de esquerda que votaram no Brexit. A imprensa em Portugal tem sido parcial, ao contrário de uma parte da imprensa mainstream inglesa onde se puderam ouvir as vozes de esquerda pela saída da União Europeia.

A UE cada vez que é submetida a referendos cai como um castelo de cartas – França, Holanda, Irlanda, Grécia, Inglaterra. A UE – também conhecida como o Sindicato Internacional de Banqueiros – apesar de toda a chantagem que faz sobre os povos cada vez que ameaçam romper e que reúne os maiores lideres mundiais a pedir de 5 em 5 minutos para ficarem se não virá uma invasão de gafanhotos do deserto – não resiste cada vez que se ouve a voz dos seus povos.

Que os Europeus acordem antes da guerra – porque a guerra virá da construção da UE, da natureza da UE, do que é a UE, e a resistência ou virá dos povos europeus ou não virá.



Fonte: https://raquelcardeiravarela.wordpress.com/2016/06/24/e-a-democracia-estupido/

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